O2O brasileiro busca inspiração
em startups chinesas

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Delegação brasileira em Beijing: nível de serviço elevado é chave para sucesso

Um grupo de 25 executivos de empresas brasileiras de O2O participou, este mês, da feira O2O World Expo e visitou 9 companhias locais de áreas distintas, como logística, empregos, saúde, casamentos e pagamentos móveis.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de O2O, Yan Di, a viagem à China serviu para aproximar as empresas nacionais de investidores do país asiático e inspirá-las com melhores práticas para aquisição de usuários, evangelização de novos consumidores e nível de qualidade entregue em serviços contratados por meio de apps.

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Executivos do Baidu Takeout Delivery mostram soluções O2O de entregas

“Um fator recorrente em todas as empresas chinesas de O2O que alcançam o sucesso, é que elas conseguem entregar um nível de serviço superior aquele que o usuário encontraria se contratasse o mesmo profissional ou produto pelo método offline”, afirma Di.

Entre as empresas nacionais que viajaram à China estivam líderes em seus segmentos no Brasil, como o iFood no segmento de entrega de comida, Rapiddo em logística e MOIP no setor de pagamentos. Empresas brasileiras iniciantes como as startups de saúde Doutor Já e Medicinia ou da área de empregos, como Emprego Ligado, estiveram na delegação.

Para Cristiane Ribeiro, investidora da aceleradora brasileira WOW, a viagem permitiu ver como o mercado chinês se estrutura para elevar a eficiência de serviços tradicionais, como pedir uma entrega de refeição ou adotar uma plataforma de pagamento, por meio da adoção de tecnologias O2O. “As empresas da China têm foco muito grande em entregar produtos que aumentem a eficiência de sua cadeia econômica e, na prática, tornem a contratação de serviços por apps irresistível quando comparada ao método tradicional offline”, afirma Cristiane.

Após a viagem, a Associação convidou um especialista da empresa Nuomi, aplicativo que consolida vários serviços O2O em um único software, a viajar para o Brasil. O objetivo é que o especialista compartilhe com outros associados que não puderam ir à China seu expertise e insights no desenvolvimento de soluções de tecnologia.

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