Crescimento das fintechs e do e-commerce impulsionam demanda por serviços digitais de pagamento

Grande número de empresas quer atuar como fintechs e oferecer carteiras digitais. Esta demanda leva paySmart a prever crescimento de 70% em 2021

Os brasileiros movimentaram mais de R$ 2 trilhões em pagamentos com cartões de crédito, débito e pré-pagos em 2020, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs), enquanto o comércio eletrônico cresceu mais de 30% em relação a 2019, com gastos totais R$ 435,6 bilhões.

A pandemia acelerou a migração para meios de pagamento eletrônicos e muitas empresas perceberam que plugar serviços financeiros em seus produtos poderia ser vantajoso, seja via cartões físicos, cartões digitais ou PIX.

O crescimento do mercado de cartões, sobretudo pela demanda do comércio eletrônico, tem favorecido os negócios da paySmart, fintech que atua para conectar empresas ao ecossistema de pagamentos e que permite que qualquer empresa se torne um banco digital. Em 2021, sua previsão é crescer 70%, resultado da ampliação do número de clientes e do volume de operações de clientes atuais – ambos puxados pelo aumento expressivo das transações de pagamentos eletrônicos e do aumento do número de fintechs no Brasil.

“Nossa projeção é de quase dobrar o faturamento este ano, em função de um aumento expressivo da base de clientes, do número de transações e da expansão da nossa oferta”, afirma Daniel Oliveira, CEO da paySmart, ao destacar que as previsões refletem a demanda das empresas que estão incorporando soluções para atuar como banco digital ou que pretendem realizar, elas próprias, operações que, originalmente, eram de competência dos bancostradicionais. “Diversos clientes começaram a ver vantagens em oferecer serviços financeiros para seus usuários”, observa ele.

Um dos fatores que as empresas demandam é contar com uma plataforma leve, flexível e baseada na nuvem. Composta por um conjunto de APIs e microsserviços, a plataforma da paySmart, por exemplo, permite que um número cada vez maior de negócios se incorpore ao sistema de pagamentos com agilidade, segurança e a custos acessíveis às empresas de diversos portes, inclusive para quem ainda não trabalha com nenhuma bandeira. Mesmo quem ainda não possui um aplicativo ou plataforma de carteira digital, pode utilizar os serviços da paySmart e montar uma operação praticamente do zero – de forma rápida, simples e segura.

“Muitas empresas nos relatam a dificuldade de integrar sua operação com as processadoras tradicionais, em projetos que levaram muitos meses ou até anos para serem implantados. A paySmart tem uma abordagem diferente, com leveza e simplicidade e costuma fazer onboarding em uma fração desse tempo. Temos vários clientes que entraram no ar em 30 dias”, conta Daniel Oliveira. Tal simplicidade, observa, proporciona a agilidade que os negócios demandam atualmente, seja com cartões físicos, cartões virtuais ou serviços bancários BaaS (“Banking as a Service”).

Sobre a paySmart

A paySmart é uma Fintech que permite que qualquer empresa se torne um banco digital, atuando como uma processadora de pagamentos que empodera emissores e carteiras digitais, sempre com simplicidade e eficiência.

Da emissão de cartões e pulseiras ao provisionamento de celulares, passando por validação de transações, gerenciamento de chaves, preparação de dados, aplicações no cartão e no celular, NFC, PIX e QR Codes, a tecnologia paySmart® faz o dia a dia de mais de 27 milhões de pessoas mais simples, barato e seguro.

No final de 2020, a paySmart foi premiada pela Great Place to Work (GPTW) como uma das cinco melhores empresas de Serviços Financeiros para se trabalhar no Brasil. A paySmart também foi premiada em todos os rankings setoriais e regionais da GPTW que participou , incluindo o ranking das Melhores Empresas de Tecnologia da Informação e das Melhores Empresas do Rio Grande do Sul. Em julho de 2020, foi selecionada pelo programa Scale-up da Endeavor, a maior organização de apoio a empreendedores de alto impacto do mundo.